Muitos Guilhermes ... um só piano !!!
Guilherme Arantes nasceu em 28 de julho de 1953, uma
terça-feira, sob o signo solar de leão, ascendente em
escorpião e signo lunar em peixes, na Pro Matre
Paulistana (tradição de berço! - é o slogan do
hospital), nas esquinas de Joaquim Eugênio de Lima e
Paulista, no tradicional bairro da Bela Vista, o tão
famoso Bixiga, em São Paulo. Mais paulistano,
impossível! Tem duas irmãs: Ana Cristina – professora
universitária e um ano mais velha, e Heloisa – médica
e nove anos mais nova.
Aprendeu música a partir dos 4 anos, por influência do pai,
o Dr Gelson Arantes, médico e músico (falecido
recentemente), e não por acaso amigo do Dr Paulo
Vanzollini - num cavaquinho pouco depois trocado por
um bandolim. Mas foi mesmo no piano que ele encontrou
abrigo aos 6 anos de idade. Ouviu Glenn Miller, bossa
nova e ié-ié-ié e mais tarde, inspirado pelos
festivais de música das TVs Excelsior e Record, montou
seu próprio conjunto o Polissonante, com colegas de
escola, entre eles o então jovem ator Kadu Moliterno.
Ainda adolescente, além de promover as famosas “guerras de
ovos”, no Colégio Roosevelt, no bairro oriental da
Liberdade, onde também aprendera soroban, o ábaco
japonês – por insistência da mãe Dona Hebe - passa a
freqüentar os programas de música da TV Record tais
como O Fino da Bossa, Jovem Guarda, Esta Noite se
Improvisa, O pequeno mundo de Ronnie Von, entre
outros, por conta dos ingressos conseguidos com o tio
Cyro Lima Arantes, um dos produtores da emissora.
Mais tarde, depois das experiências amadoras, estréia como
músico profissional tocando no grupo de Jorge Mautner.
Entra, no segundo vestibular, e depois de ralar um ano
no Cursinho Anglo (“uma fabrica de salsichas”, segundo
ele), na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da
Universidade de São Paulo (FAU-USP), em 1973, e
naquele mesmo ano forma a banda Moto Perpétuo - com
Claudio Lucci (violão) e Diógenes Burani (bateria) -,
e que misturava rock progressivo e música brasileira,
mais especificamente a de Minas Gerais - do então
recém-lançado Clube da Esquina. O grupo , estando
empresariado por Moracy do Val , ex- Secos e Molhados
, conseguiria lançar um LP, em 1974, com a adição de
um baixista , Gerson Tatini , e um guitarrista ,
Egydio Conde .
Trabalhou na Pauta e Vice-Versa, produtoras de jingles... e
quem não se lembra de seu famoso jingle para a Rádio
Jovem Pan FM de São Paulo dessa época...?! Jóóóóóóvem
Paaaaan 2....Éfeeeee Emeeeee...Jóóóóóóvem Pan 2
Claaaaaasse Especiaaaaaallll.... Que marcou época...e
a toda uma geração...
Mas, em 1975, com a sua saída do grupo Moto Perpétuo,
Guilherme Arantes resolve seguir carreira solo, como
compositor, e já em 1976, lança seu primeiro LP pela
Som Livre, que incluía, entre outros, o sucesso Meu
Mundo e Nada Mais, popularizado pela trilha sonora
da novela Anjo Mau, da TV Globo. Incluía, também, A
Cidade e a Neblina, Descer a Serra (Sorocabana),
muito executada pelas rádios AM da época, Nave
Errante, Cuide-se Bem, Pégaso Azul, Antes da
Chuva Chegar e Não Fique Estática, entre outras. O
sucesso do disco seria também seu passaporte para
abandonar a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, já
no quarto ano.
Nesse estágio duas pessoas foram fundamentais para
alavancar o lançamento de Guilherme , o Diretor
Musical da Som Livre Guto Graça Mello e o produtor
Otavio Augusto , também conhecido como Pete Dunaway ,
que havia lançado Fruto Proibido , de Rita Lee .
Como se sabe , na época , dava-se preferência para músicas
cantadas em inglês , e essa aposta da Som Livre no que
Guilherme representava como novo , foi fundamental .
A seguir vem o disco Ronda Noturna (1977), também pela Som
Livre, um disco irregular em termos temáticos, e que
conta com músicas tão díspares como Baile de
Máscaras ( tema da novela Espelho Mágico ) ou a
própria Ronda Noturna. Incluia ainda: Oh! Meu Amor,
Fuzarca na Discoteca, Cinza Industrial, Made in
U.S.A.,Vento da Manhã, A Cor da Aflição, e a tão
famosa Amanhã, que seria incluída na trilha
sonora de Dancin’ Days, no ano seguinte , por obra do
produtor Marcio ( ex- Vips ) .
Depois disso, e diante de um impasse contratual com a Som
Livre, vai para a Warner Music (WEA), onde passa
alguns anos afastado dos holofotes da mídia, por conta
de projetos não tão populares tais como A Cara e a
Coragem (1978), Estatísticas (1979) e
Coração Paulista (1980) lançados naquele
intervalo.
Guilherme então se casaria com sua namorada Márcia , colega
da FAU , e em 1980 nasceria Marietta , sua primeira
filha .
André Midani , presidente da WEA , foi uma amizade
importante e um executivo persistente , que muito
contribuiu para que Guilherme prosseguisse sua batalha
.
Por força do nome Coração Paulista , desperta o interesse
de Elis Regina , que o telefona em busca de
repertório para seu disco novo , pela Odeon , e
Guilherme lhe promete um “hit” em uma semana . De fato
, em uma semana lhe entregava a música Aprendendo a
Jogar , que estouraria um mês depois .
Tudo mudaria radicalmente , com o sucesso de Elis , o
mercado enxergando Guilherme como uma espécie de Midas
, e a intelectualidade o aceitando como importante , o
que era inédito em sua carreira – até então desdenhada
pela crítica e pelos colegas da universidade . Elis
gravaria também Só Deus é quem sabe , no mesmo
disco , e César Camargo Mariano foi de grande valia ,
avalizando e fazendo seus arranjos com a maestria que
lhe é peculiar.
Em 1981 , sob a direção artística de Guti Carvalho , e
produção de Fernando Adour , lança o compacto com
Deixa Chover, que faz parte da trilha da
telenovela Baila Comigo, e que viria a recolocar
Guilherme nas FMs , em primeiro lugar , além de obter
o tão famoso segundo lugar no II Festival MPB Shell
com a música Planeta Água, que o traria
definitivamente ao estrelato. O episódio ficou marcado
por ter sido um recorde de vaias (10 minutos!) por
parte de 30.000 pessoas, no Maracanãzinho, no Rio,
para a cantora Lucinha Lins, que obtivera o primeiro
lugar, com a canção de Jerônimo Jardim, Purpurina,
inteiramente do desagrado do público, que desejava
Guilherme Arantes em primeiro.
Naquele momento, Guilherme Arantes já estava se casando com
Luiza, a segunda mulher , ex- secretária de Nelson
Motta e discotecária (DJ) das Noites Cariocas e
Paulicéia Desvairada , e na época componente do grupo
Gang 90 e Absurdettes, do qual Guilherme produziu o
compacto de Perdidos na Selva , uma parceria com Julio
Barroso que obteve grande sucesso .
Com Luiza , Guilherme viria a ter três filhos: Gabriel,
Pedro e Tiago.
Em 1982 , o LP pela WEA , contendo entre outras,
Lance Legal e O melhor vai começar , era aclamado
pelo público e ( pela primeira vez ) pela crítica .
Em 1983 , voltando para a Som Livre , lança o LP Ligação
, com o sucesso nacional Pedacinhos , e em
seguida participa dos especiais infantis, concebidos
por Augusto César Vanucci, tais como Pirlimpimpim (
marcando os 100 anos do nascimento de Monteiro Lobato)
- para o qual compôs Lindo Balão Azul, e no
ano seguinte Plunct Plact Zum , para o qual compôs
Brincar de Viver , parceria com Jon Lucien ,
interpretada por Maria Bethânia . Era só sucesso .
Nesse período , também Fafá de Belém viria a estourar com a
música Aconteceu Você , e o MPB4 , com
Labirinto . Guilherme era a bola da vez como
compositor , recebendo pedidos de todas as maiores
estrelas da MPB .
Pirlimpimpim 2 viria a ser a próxima produção , um especial
infantil totalmente composto por Guilherme , em
parcerias com o importante poeta paranaense Paulo
Leminski , incluindo Xixi nas Estrelas .
Em 1984, muda-se com a família de São Paulo para o Rio de
Janeiro, e volta-se mais para a tendência pop, que
conquistava as rádios FM, naquele momento, obtendo
enorme êxito com, entre outras, Cheia de Charme
– que em entrevista a Folha de S. Paulo mais tarde
ele definiria como um “cha cum dum pop!”.
Contratado pela CBS , ( atual Sony ) sob direção de
Cláudio Conde e Marcos Maynard , Guilherme faria uma
incrível seqüência de sucessos , tais como Fã
número 1 , Mania de possuir , Loucas Horas , bem
como
Coisas do Brasil e Marina no Ar, parcerias com o jornalista e
compositor Nelson Motta .
Em 1987 , estouraria com Um Dia , um Adeus , tema da
novela Mandala , e em 1989 lançaria Raça de Heróis
( tema da novela Que rei sou Eu ? ) e o hit
Muito Diferente , ambas do LP Romances Modernos.
Em 1990 , lançaria Pão , um disco mais “cabeça” , produzido
por Mazolla , com elementos mais dançantes , como
Babel .
Lança também neste ano o duplo Meu Mundo e Tudo Mais , ao
vivo , gravado no Palace , num show com direção de
Jorge Fernando .
A seguir , iria para a Odeon , onde produziria inteiramente
seu novo LP ( já migrando para o formato CD )
Crescente , incluindo o hit Sob o Efeito de Um
Olhar , tema da novela Vamp , e Taça de Veneno
, com a participação do Barão Vermelho , tema da
novela Deus nos Acuda .
Em 1993 , lançaria Castelos , novamente pela Sony , cujos
destaques seriam O Lado Prático do Amor e Lágrima
de uma Mulher .
Em meados de 1994, depois de vários meses em Londres,
burilando sons com o auxílio do maestro Graham
Preskett, e a partir de uma sofisticadíssima produção
( que herdava na Polygram do disco de Maria Bethânia
-aquele com canções de Roberto Carlos), ele volta ao
país para lançar Clássicos, um disco “totalmente
diferente” de tudo que fizera até então, interpretando
versões de músicas dos anos 60 e 70 - 1968/1972 mais
exatamente - incluindo baladas pianísticas, num
tributo a músicos como Steve Wonder, Carole King, Cat
Stevens, Roberta Flack, entre outros. O destaque seria
Trilhas ( Traces ) , que foi tema da novela A Próxima
Vítima .
Em 96 , lança Outras Cores , um CD de inéditas , sob a
produção do Ronnie Foster , gravado em Los Angeles ,
incluindo Marca de uma estrela , Hora de
Partir o Coração , e Em suas mãos - uma
parceria com Nando Reis .
Em
1997 , faz uma retrospectiva da carreira , lançando um
acústico de estúdio , Maioridade , que comemora seus
21 anos de carreira, e que coincide com o “ remake”
de Anjo Mau na TV .
Em
1998 nasce sua quinta filha, Paola.
Enquanto isso, outras coletâneas de sucessos do cantor e
compositor passam a insistentemente ocupar as
prateleiras das lojas de discos...E são vários os
nomes: Amanhã (duas), Pérolas, Identidade, Geração Pop
(I e II), Músicas do Século XX, 21 Sucessos do Século
20, entre outras , uma fórmula corrente das gravadoras
girarem o catálogo , mas que acaba engavetando os
títulos originais .
Guilherme passa a classificar isso como “ canibalização” ,
mas prossegue em sua batalha para gerar o novo .
Competindo com seu próprio passado ,vê apenas os
grandes hits serem executados nas rádios , refratárias
aos novos lançamentos .
Em 1999, Guilherme lança um CD, pela Playarte - Guilherme
Arantes, no qual aparece na capa com uma imagem
totalmente diferente da qual se via dele. Os destaques
desse CD seriam O que é saber amar e a
regravação de Na linha do Horizonte , antigo
sucesso do grupo Azymuth .
Mas, já em 2000, muda tudo de novo (esse leonino!) e vem
com New Classical Piano Solos, surpreendendo até mesmo
seus fãs mais próximos. Um disco na linha new age e
elaboradíssimo, gravado em seu próprio estúdio, e que
deflagra a busca de Guilherme por novos caminhos
musicais e pessoais.
Guilherme Arantes recebe neste mesmo ano, e para o orgulho do
Brasil, já que ele é o único a obtê-lo até agora, o
“certificado Steinway”, da famosa fábrica americana de
pianos, uma espécie de “ISO 9002” dos pianistas
mundiais, já que apenas
900 músicos, no mundo inteiro, possuem o título de
Steiwnay Artist
Em 2001, no Acústico pela Sony Music se faz acompanhar por
uma banda muito bem escolhida, que inclui os amigos do
Radio Táxi, Wander Taffo, Lee Marcucci e Gel
Fernandes, além do ex-integrante da Banda Metalurgia,
o excelente Lino Simão, e do tecladista Rubem di
Sousa, companhia constante do grupo Skank. A gravação
é feita ao vivo no palco do Teatro Mars, no bom e
velho Bixiga em São Paulo, comemorando em CD e DVD os
25 anos de carreira do já não tão mais “menininho da
Globo/Som Livre”.
Em 2003, brinda os
fãs com Aprendiz, cd de inéditas, totalmente
produzido no seu estúdio na Bahia, e distribuído pela
Som Livre. No repertório Aprendiz de Carpinteiro,
A Mata de onde eu vim, Tudo por amor,
Vai ficar pra mim, além de uma regravação de
uma canção interpretada por Tim Maia, Esse nosso
adeus (Beto Cajueiro /Paulo Zdanowski). A canção
Casulo fez parte da trilha sonora da novela
Agora é que são elas (Globo).
Em
2007/2008, lança em shows, no Vivo Rio e
Citibank Hall (SP), o cd Lótus, pela Som
Livre. A canção de trabalho do cd é Blue moon para
sempre. Outras canções do cd são Um grão de
amor, Por todo canto, já gravada antes pela
cantora Carla Visi, a parceria com Max Viana
Disque sim, Cena de cinema, e as parcerias com Nelson
Motta, VaiVem (Amor de carnaval) e Verão de 59,
uma ode aos 50 anos da Bossa Nova. A novidade é o rap
Tributo: um alerta contra todos os tipos de
racismo.
Também em 2007, Arantes lança o cd/dvd Intimidade,
gravado ao vivo, pela Som Livre, no estúdio
Coaxo do Sapo. Exibido inicialmente pelo Canal
Brasil, o dvd reedita as canções de sucesso de
Guilherme, em versões mais MPB.
Ao
mesmo tempo, seu estúdio Coaxo do Sapo
inicia-se na produção musical em MPB (Sérgio Passos é
o primeiro), além de ter produzido, no final de 2007,
a dupla de reggae inglesa Adrian Sherwood/Brother
Culture.
Em
7 de julho de 2007, Arantes abriu o evento Live Earth
na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro.
Recentemente, Flávio Venturini e Guilherme Arantes
lotaram o Credicard Hall, no dia dos namorados,
numa parceria que já está por merecer um dvd.
Em 2007, ainda, participa do show de Vanessa
Falabella, no Grand Hyatt Hotel (SP) e apresenta-se no
Citibank Hall (SP) com o Rádio Táxi. Participa, ainda,
de apresentação no Via Funchal (SP), no show da
Yamaha, com Zeca Baleiro. Na TV dos programas Mulheres
(Gazeta SP), Sem Censura (Rede Brasil) e Altas Horas
de Serginho Groisman (Globo).
Ainda em 2007, Pedro Mariano regrava Só Deus é quem
sabe e Joanna regrava Meu mundo e nada mais.
Em 2008, tem apresentação no Citibank Hall (SP), por
ocasião do lançamento de Lótus e “Blue moon para
sempre” do CD Lótus é lançada pela Nova Brasil FM.
É
entrevistado por Ronnie Von no Todo Seu e toca com
Elba Ramalho - que o chama de “gênio”. Em 2008, ainda,
surpreendeu ao se apresentar no Festival de Verão de
Pedro Leopoldo (MG) no altar da Igreja de São Judas
Tadeu – uma tradição local.
Em 12 de junho, apresenta-se no Credicard Hall (SP)
com Flávio Venturini, no dia dos namorados.
Confirmando ser um dos compositores favoritos das
cantoras brasileiras, em 2008, Zélia Duncan regrava
Cuide-se bem e Adriana Calcanhoto insere Meu mundo e
nada mais na setlist do show Maré.
Em 2008, ainda, apresenta-se com Flávio Venturini no
Cine Theatro Central de Juiz de Fora (MG) e com
Toquinho no Passatempo (SP). Em 5 de dezembro, fecha o
ano com um show no SESI Avenida Paulista (SP).
Em 2009, apresenta-se com Maurício Gasperini e Banda
na Marcenaria (SP), no Centro Cultural São Paulo (SP)
e no Teatro Municipal de Santo André (SP).
Ainda em 2009, apresentação no Chevrolet Hall Recife
com Jorge Vercillo, no Chevrolet Hall Belo Horizonte
(MG), no Vivo Rio (RJ) e no Citibank Hall (SP).
Vanessa da Mata regrava Um dia um adeus e Bruna Caram
regrava Cuide-se bem.
Em fevereiro de 2010, apresentação solo de 3 horas e
meia no Auditório Ibirapuera (SP). A partir de abril
2010 faz duas temporadas no Bar Brahma (SP) – uma no
primeiro e outra no segundo semestre.
Célia regrava Êxtase, Edgard Scandurra regrava Meu
mundo e nada mais e Nando Reis regrava Lindo balão
azul.
No segundo semestre de 2010, participa no DVD da
cantora paulistana Klebi Nori e do DVD de Edgard
Scandurra no Teatro Fecap (SP).
No final de 2010, apresentação no Teatro Municipal de
Mauá (SP) e no Credicard Hall (SP) com Nando Reis, no
lançamento do DVD de Nando. Em dezembro. no Teatro da
Caixa Econômica Federal em Curitiba (PR).
Em 2011, Céu grava videoclipe de Planeta Água, Fagner
regrava Um dia um adeus e Os Trovadores Urbanos
regravam Meu mundo e nada mais.
Em abril e junho, respectivamente, Guilherme Arantes
se apresenta com a Orquestra Filarmônica de Brasília
no Teatro Nacional em Brasília e no Teatro Rio
Vermelho em Goiânia (GO).
Em maio há a pré-estreia do show 35 anos em Mogi Guaçu
(SP). Em junho (8), Guilherme Arantes se apresenta no
Congresso Nacional, a convite da Frente Parlamentar
Ambientalista, em comemoração ao Dia Mundial do Meio
Ambiente (5).
Em junho, apresentações com banda no Club A do
Sheraton Hotel São Paulo em evento da Yamaha e no
Teatro Riachuelo em Natal (RN).
Em julho, Jô Soares entrevista Guilherme Arantes no
Programa do Jô - em comemoração aos seus 35 anos de
carreira.
Ainda em julho, lançamento do CD A Cara e a Coração no
qual bandas de Salvador homenageiam Guilherme Arantes
pela sua contribuição ao rock brasileiro.
Em agosto, apresentação no Chevrolet Hall Recife (PE)
com o Roupa Nova.
No dia 12 de agosto de 2011, Guilherme Arantes
comemora 35 anos de carreira em grande estilo no
Citibank Hall (SP)! Veja os nossos vídeos exclusivos!
Neste show houve pré-lançamento da canção “Você em
mim” com participação especial do grupo de R&B
Perseptom Vocal Band.
GUILHERME ARANTES 35 ANOS!
São muitos Guilhermes... um só piano
!!!